Drogas - Tratamento OBAM Ordem Beneficente de Ajuda Mutua

Tipos, uso, efeitos

Formas de consumo:

o termo "Crack"  veiculado há 15 anos, é produto da cocaína, das folhas do Arbusto (Erythroxylon, natural da América do Sul, encontrado na região Amazônica) e em tribos peruanas 2.000 anos antes do descobrimento do continente. A folha mascada libera dose de cocaína, substância ativa da planta, que promove efeitos.

Efeitos imediatos (agudos)

O consumo intranasal  produz efeito entre 1 e 2 minutos após o uso, tendo duração de 30 minutos, em média. O uso endovenoso como o fumado produzem efeitos imediatos,  dissipam rapidamente obrigando o indivíduo a usar varias vezes. Os metabólitos (produtos ou "restos" do uso da substância ativa) podem ser detectados alguns minutos após as aspirações (ou injeção), permanecendo por até três dias.

Conseqüências do uso continuado (crônico)

Os efeitos agudos da cocaína são perigosos e as conseqüências do uso continuado são desastrosas sobre a vida do usuário, promovendo prejuízos em suas mais diversas áreas de funcionamento e sempre letais.

Complicações clinicas do consumo de cocaína e crack

Podemos dividir as complicações associadas à droga em:

Complicações médicas do consumo de cocaína:

1.      Decorrentes dos efeitos: complicações patológicas e psiquiátricas

2.      Decorrentes das substâncias adicionadas à cocaína (adulterantes) - Envenenamento

3.      Decorrentes da via de consumo utilizada - Risco de vida

4.      Decorrentes do estilo de vida do usuário - complicações financeiras

Uso, abuso e dependência:

Nem todos os usuários tornam-se dependentes. Nenhum dependente, ao iniciar o consumo, tinha a intenção de se tornar dependente. Não existe limite nítido entre o início do consumo, o uso continuado e o desenvolvimento dos transtornos decorrentes da dependência (principalmente Abuso e Síndrome de Dependência). A experimentação se desenvolve sempre em um meio (contexto) social definido, promovendo efeitos estimulantes e euforia pronunciada.

Dependência química e mulheres

Até a pouco, pensava-se que todos os dependentes eram iguais e formariam grupo homogêneo. Nos últimos 25 anos os serviços de tratamento perceberam a necessidade de identificar subgrupos de dependentes, com a finalidade de ajustar as propostas terapêuticas para cada subgrupo, idade, sexo, etnia e problemas local social.

Associação entre dependência química e HIV-AIDS

Em 1981 o Centro de controle de doenças norte-americano (CDC) apresentava ao mundo a definição de uma nova patologia: a Síndrome da imunodeficiência adquirida, a AIDS. Casos de morte que esperavam esclarecimento desde 1978 diagnosticadas como misteriosas. Pesquisas se multiplicaram, a atenção da opinião pública do mundo ocidental focalizou rapidamente o problema. Em poucos anos, o vírus responsável foi identificado e denominado HIV.

Dependência química entre adolescentes

O período que abrange o final da adolescência até o início da idade adulta é a fase critica que existe maior risco para o início do uso de indevido de substancias químicas. Ocorrem diversas modificações internas (características da personalidade) e externas, hormônios sexuais secundários. O indivíduo se afasta dos pais e aproxima-se de colegas e amigos, fazendo uso da "Pseudo liberdade" conquistada (de forma gradativa ou abrupta).

Dependência química e a família

Familiares compartilham genes que contribuem para o abuso de indevido de substancias químicas. Isto é verificado na dependência do álcool, café e chá quando se observa que gêmeos separados ao nascimento têm grande concordância no diagnóstico de Dependência quando atingem a adolescência ou a idade adulta. Familiares que compartilham o mesmo meio ambiente, cultura e eventos vitais, havendo a possibilidade da aprendizagem de comportamentos, inclusive de consumo de substancias químicas  e uso indevido.

Tratamento para indivíduos com abuso ou dependência de substâncias química.

A dependência de cocaína é um transtorno passível de tratamento, ao contrário do que muitas pessoas pensam. Nenhum modelo de tratamento pode ser considerado eficaz para todos os pacientes. Indivíduos que desenvolvem Dependência de cocaína possuem diferentes características e necessidades. Estudos apontam boa relação custo-benefício do tratamento; o resultado mais comum dos diversos tratamentos é a redução do consumo nos anos posteriores, bem como a diminuição das atividades ilegais e do comportamentos criminal do dependente.

Bibliografia e créditos

 Cocaína e crack

A série "Diálogo" – após as publicações do Guia para a Família e do opúsculo sobre as drogas conhecidas como Cocaína e Crack -, prossegue apresentando obra sobre Aspectos básicos do tratamento da síndrome de dependência de substâncias psicoativas, de reconhecido valor científico e de conhecimento necessário.

Referências relacionadas ao GHB.

 Dosagem de GHB

Doses de 10 mg/kg: originam amnésia e hipotonia da musculatura esquelética, que resulta da depressão dos neurónios da medula óssea.

Doses de 20-30 mg/Kg: promovem sequência normal de sono REM (“rapid eye movement”) e não-REM (“slow wave”), com uma duração de 2 a 3 horas. Estas doses são usadas no tratamento da narcolepsia para induzir o sono fisiológico.

Ação do GHB no corpo humano (Intoxicações agudas)

Síndrome aguda:
Como resultado do aumento de consumo de GHB nos últimos anos, o número de intoxicações agudas têm se elevado. Os efeitos  freqüentes incluem coma, depressão respiratória, convulsões, bradicardia (diminuição na freqüência cardíaca), sonolência, confusão, amnésia, enxaqueca, náuseas, vômitos, ligeira hipotermia (baixa da temperatura corporal do organismo [-35ºC]), acidose e complicações psiquiátricas (agitação e delírio).

Efeitos do GHB no corpo humano

Nos primeiros instantes de consumo, o GHB eleva o nível de dopamina no cérebro, fazendo que a pessoa se sinta alerta e feliz. Em doses elevadas, conduz ao coma. Quando consumido junto com álcool ou anfetaminas, conduz à morte por asfixia, desidratação ou hipotermia.

A potência do líquido faz variar os efeitos, que começam a fazer sentir-se 10 minutos após o consumo e podem durar duas a três horas mas efeitos residuais podem permanecer por um dia inteiro.

Maconha: Informações Para os Adolescentes

O Que é maconha? Existem tipos diferentes de maconha?

A maconha é uma combinação de flores e folhas da planta Canabis Sativa, e pode ser verde, marrom ou cinza.

Outros termos usados são: erva, mato, maria, beck, baseado, etc. , nos EUA existem mais de duzentos nomes diferentes para o significado.

A "sem semente" (sinsemilla), o haxixe, o óleo de haxixe e o skank são variações potentes da maconha.

Mais Informações Sobre a Maconha

·  Introdução

·  Definição

·  Epidemiologia

·  Aspectos Clínicos

·  Etiologia

·  Psicopatologia

Abuso de inalantes

O abuso de inalantes é a concentração e inalação de produtos comuns encontrados em residências, escritórios e em escolas, inadvertidamente usados como droga.

Saiba mais sobre LSD, PCP, ketamina e outras drogas que distorcem a percepção

Drogas como ácido, pó de anjo e vitamina K distorcem a percepção de como o usuário percebe o tempo, movimentos, cores e sons. Estes fármacos prejudica a capacidade de pensar e se comunicar racionalmente, ou mesmo de reconhecer a realidade, muitas vezes resultando em comportamento bizarro ou perigoso.

O que são alucinógenos

São as que causam alucinações - distorções profundas nas percepções de realidade. Sob a influência de alucinógenos, as pessoas vêem imagens, ouvem sons, e tem sensações que parecem reais, mas não existem. Alguns alucinógenos produzem intensas alterações emocionais.

Por que as pessoas usam alucinógenos

As drogas alucinógenas estão presentes na vida humana a milhares de anos. Todas as culturas, dos trópicos ao ártico, têm utilizado plantas para induzir estados de consciência alterada, visões e conhecimentos místicos.

Estas plantas contêm compostos químicos, como a mescalina, psilocibina, e ibogaina, que são estruturalmente semelhantes à serotonina,  alteram o funcionamento normal do cérebro (sistema serotonina).

A metanfetamina, droga mais poderosa que o crack, pode "invadir" o Brasil

O abuso de drogas psicotrópicas sintéticas é fato na Europa e nos EUA. O Brasil, um país pouco "inovador" nessa área, tem seguido, com um certo atraso, as tendências de abuso de drogas que ocorrem nessas regiões, tanto que o ecstasy, embora já utilizado desde 1980 nos EUA, só agora começa a ter adeptos brasileiros.

Esteróides Anabolizantes

Esteróides Anabolizantes são fabricadas para substituirem o hormônio masculino Testosterona, fabricado pelos testículos. ajudam no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas como: pelos, barba, voz  etc. (efeito androgênico).

São usados como medicamentos para tratamento de pacientes que não produzem quantidade suficientes de Testosterona. Os principais medicamentos esteróides anabolizantes utilizados no Brasil são: Durasteton® , Deca-Durabolin® , Androxon®.

Ópio, Opióides e Morfina

É líquido leitoso que escorre da Papaver somniferum quando faz corte. Esta planta popularmente conhecida como papoula do oriente. No ópio existem muitas substâncias que dele podem ser extraídas, como a morfina e a codeína.

Êxtase: MDMA ou 3,4 metilenodioximetanfetamina

Êxtase é substância fabricada para ser usada como moderador de apetite (remédio para emagrecer), as pessoas costumam fazer uso dessa droga para sair na balada, festas em locais abertos e afastados ou em boates e clubes. Substância chamada MDMA (sigla de: 3,4 metilenodioximetanfetamina). Cada comprimido de êxtase possui quantidades variáveis de impurezas como MDA, MDEA, cafeína, efedrina, etc.

Drogas Estimulantes (Anfetaminas)

São as que aceleram (estimulam) a atividade do Sistema Nervoso Central (cérebro), que passa a funcionar  acerelado. A pessoa anda, corre, fala mais e dorme, come e se importa menos, etc.

LSD: Dietilamida do Ácido Lisérgico (LSD 25)

LSD25 (abreviação de dietilamida do ácido lisérgico) substância presente em um cogumelo a Claviceps purpurea. Embora tenha estrutura química semelhante é produzido (sintetizado) fabricado em laboratórios. Calmantes e sedativos

Medicamentos capazes de diminuir a atividade do cérebro, quando em estado de excitação acima do normal. O termo sedativo é sinônimo de calmante ou sedante.

Anticolinérgicos

São plantas e substâncias sintéticas que possuem em comum uma série de efeitos no corpo humano. Entre as plantas temos as popularmente conhecidas como Saia Branca, Lírio, Trombeta, Trombeteira, Zabumba, Cartucho, Estramônio, entre outras. São plantas do gênero Datura e que produzem duas substâncias a atropina e a escopolamina, que são as responsáveis pelos efeitos.

Solventes e inalantes

Solventes são substâncias capazes de dissolver coisas, altamente volátil,  evapora facilmente, daí é que pode ser inalada (introduzida no organismo através da aspiração, pelo nariz ou boca). Outra característica da maioria dos solventes é a de serem inflamáveis.

Tranqüilizantes ou ansiolíticos

São medicamentos que têm a propriedade de atuar sobre a ansiedade e tensão, tranqüilizantes, por acalmarem a pessoa estressada, tensa e ansiosa. Atualmente, prefere-se designar esses tipos de medicamentos pelo nome de ansiolíticos,   "destroem" (lise) a ansiedade. Utilizadas no tratamento de insônia e nesse caso recebem o nome de drogas hipnóticas,   induzem ao sono.

Abandono do Tabagismo na Prática Clínica

 

Tabaco

O Tabaco é a planta  cientifica Nicotiana tabacum, da qual é extraída nicotina. No tabaco encontra outras substâncias muito tóxicas, terebentina, formol, amônia, naftalina, entre outras.

Quais as formas de uso do tabaco?

As modalidades comuns de uso do tabaco é  fumar, mascar, ou inalar através de cigarro, charuto, cachimbo, rapé e adesivos obsorvente na pele.

GHB: Efeitos do ácido gama-hidroxibutírico (Ecstasy liquido)

O que é GHB e seus análogos?

O GHB é um poderoso depressor do sistema nervoso central, que o corpo humano produz em pequenas quantidades. Uma versão sintética de GHB foi desenvolvida em 1920 1, 2.

Maconha

A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis Sativa. Em outros países ela recebe diferentes nomes. Ela já era conhecida há pelo menos 5.000 anos, sendo utilizada quer para fins medicinais quer para "produzir risos". Talvez a primeira menção da maconha na nossa língua tenha sido um escrito de 1.548 onde está dito no português daquela época: "e já ouvi a muitas mulheres que, quando iam ver algum homem, para estar choquareiras e graciosas a tomavam".

Cocaína.

A cocaína é uma substância natural, extraída das folhas de uma planta que ocorre exclusivamente na América do Sul: a Erythroxylon coca, conhecida como coca ou epadú, este último nome dado pelos índios brasileiros.          

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